Agência Brasil
 
Brasília – Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) esperam que a economia cresça menos do que o previsto anteriormente. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os produtos e serviços produzidos no país, caiu de 3,2% para 3,09%, este ano.
Divulgado na última sexta-feira (18), o Índice de Atividade Econômica Econômica do Banco Central (IBC-Br) indicou que a economia brasileira perdeu ritmo de crescimento. No primeiro trimestre deste ano, o índice cresceu 0,15% na comparação com o período de outubro a dezembro do ano passado. Esse expansão foi menor do que a verificada na passagem do terceiro para o quarto trimestre do ano passado, quase 0,2%.
A pesquisa do BC com analistas do mercado financeiro também mostra que a previsão para o crescimento da produção industrial passou de 1,94% para 1,58%, este ano, e de 3,95% para 4,2%, em 2013.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 36% para 35,9%, em 2012, e para o próximo ano passou de 34,6% para 34,5%. A expectativa para a cotação do dólar ao final do ano foi mantida em R$ 1,85 tanto para 2012 quanto para 2013.
A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 19,22 bilhões para US$ 20 bilhões, em 2012, e de US$ 14,9 bilhões para US$ 15 bilhões, no próximo ano.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa passou de US$ 68,2 bilhões para US$ 68 bilhões, neste ano, e de US$ 73,5 bilhões para US$ 72,14 bilhões, em 2013.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) passou de 55,74% para 55%, este ano, e de 57,05% para 58,35%, em 2013.

Uma reunião agendada para esta quinta-feira, dia 26, entre o prefeito Sebastião Almeida e o secretário de Transportes e Trânsito, Atílio André Pereira, definirá as obras prioritárias a serem beneficiadas pelos recursos do PAC Mobilidade Urbana (Programa de Aceleração do Crescimento). O anúncio das cidades que receberão recursos do PAC foi feito pela presidente Dilma Rousseff, em solenidade no Palácio do Planalto, da qual participaram, além do secretário Atílio, o vice-prefeito Carlos Derman.

 

Conforme publicação do Diário Oficial da União desta quarta-feira (25), o Programa Mobilidade Urbana de Guarulhos terá um total de investimentos da ordem de R$ 308 milhões. Serão R$ 165 milhões do PAC e R$ 83 milhões do Orçamento Geral da União (OGU), totalizando R$ 248 milhões. A contrapartida da Prefeitura será de R$ 59 milhões.

Entre os projetos apresentados pelo município constam obras no Trevo Bonsucesso, na avenida Juscelino Kubitschek, o corredor de Cumbica, mais um viaduto na Santos Dumont, um viaduto na avenida Monteiro Lobato sobre a rodovia Hélio Smidt, a sequência do corredor Taboão até o Parque Cecap, da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), o corredor tangenciando o Aeroporto Internacional, chegando à avenida Papa João Paulo I, até o entroncamento da Jacu-Pêssego.

O Ministério das Cidades publicou Portaria na qual explica que os proponentes terão prazo de até 18 (dezoito) meses para a entrega dos projetos finalizados, contados a partir da data de publicação da seleção das propostas, conforme previsto na Portaria nº 65, de 21 de fevereiro de 2011.

Na mesma Portaria, o Ministério das Cidades esclarece que o calendário de atividades para a contratação será oportunamente divulgado.

BRASÍLIA – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que a aprovação da Resolução 72, que acaba com a chamada “guerra dos portos”, é o “primeiro passo da reforma tributária”.

 

AP Photo/Charles Dharapak

 

 

O projeto aprovado ontem pelo Senado Federal unifica a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações interestaduais de produtos importados. A partir de janeiro, a alíquota será reduzida de 12% para 4%. Dessa forma, os Estados não oferecerão mais incentivos para entrada de bens estrangeiros.

“A aprovação da resolução 72 foi muito boa para o país, porque vamos deixar de estimular importação de produtos e exportar empregos para outros países”, comentou o ministro. “Então, acredito que agora vamos dar mais estímulo à produção nacional”, completou, ao chegar ao Ministério da Fazenda.

Mantega também reforçou que o governo dará “suporte” para que os Estados mais afetados pela mudança “possam fazer uma transição de corredores de importação para Estados produtores de bens manufaturados”. Segundo ele, isso vai permitir uma “situação melhor no futuro” para essas regiões.

O ministro não quis falar sobre a reunião que terá às 11h30 com a presidente Dilma Rousseff, nem sobre possíveis mudanças nas regras de remuneração da poupança.

(Thiago Resende | Valor)

O secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido, reuniu-se ontem no hotel Bristol, em Guarulhos, com prefeitos e secretários que integram o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) visando estabelecer uma agenda conjunta da região a ser entregue ao governador Geraldo Alckmin. O presidente da entidade regional, Jorge Abissamra, prefeito de Ferraz de Vasconcelos, acatou sugestão de Aparecido no sentido de realizar encontros preparatórios entre secretários das mesmas áreas administrativas dos diversos municípios (Câmaras Temáticas) visando compor a agenda, que será entregue ao governador dia 30 de março, num evento a ser realizado no Resort Paradise, em Mogi das Cruzes.
Além de Aparecido e Abissamra, participaram da mesa ontem o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida, e o deputado Alencar Santana (PT), representante da região na Assembleia Legislativa. “Considero acertada a decisão do governador Alckmin de criar o Conselho Metropolitano. Para nossa felicidade, temos agora o trabalho do secretário Aparecido, que dialoga com todos. Tenho uma expectativa muito boa.” Já Aparecido anunciou que irá receber os documentos e apresentar ao governador. “Neste momento é importantíssimo a participação dos municípios e a definição das reais prioridades, porque quando tudo é prioridade, nada é prioridade”, disse.
Almeida citou como exemplo o caso do rio Baquirivu, canalizado somente em Arujá, o que acabou provocando enchentes em bairros no limite com Guarulhos. “Pagamos um preço alto pela falta de diálogo”, disse
O secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido, reuniu-se ontem no hotel Bristol, em Guarulhos, com prefeitos e secretários que integram o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) visando estabelecer uma agenda conjunta da região a ser entregue ao governador Geraldo Alckmin. O presidente da entidade regional, Jorge Abissamra, prefeito de Ferraz de Vasconcelos, acatou sugestão de Aparecido no sentido de realizar encontros preparatórios entre secretários das mesmas áreas administrativas dos diversos municípios (Câmaras Temáticas) visando compor a agenda, que será entregue ao governador dia 30 de março, num evento a ser realizado no Resort Paradise, em Mogi das Cruzes.
Além de Aparecido e Abissamra, participaram da mesa ontem o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida, e o deputado Alencar Santana (PT), representante da região na Assembleia Legislativa. “Considero acertada a decisão do governador Alckmin de criar o Conselho Metropolitano. Para nossa felicidade, temos agora o trabalho do secretário Aparecido, que dialoga com todos. Tenho uma expectativa muito boa.” Já Aparecido anunciou que irá receber os documentos e apresentar ao governador. “Neste momento é importantíssimo a participação dos municípios e a definição das reais prioridades, porque quando tudo é prioridade, nada é prioridade”, disse.
Almeida citou como exemplo o caso do rio Baquirivu, canalizado somente em Arujá, o que acabou provocando enchentes em bairros no limite com Guarulhos. “Pagamos um preço alto pela falta de diálogo”, disse

 

Quem atua em defesa dos direitos ambientais em Guarulhos não pode perder a oportunidade de se inscrever até domingo (26), para o treinamento internacional Cidades em Transição.

Conhecida mundialmente como Transition Towns, a iniciativa está presente em 31 países e 352 cidades. Trata-se de um curso que vai capacitar a população para criar redes que promovam ações sustentáveis no município.

O treinamento é pago, mas em Guarulhos a Secretaria de Meio Ambiente oferecerá o curso gratuitamente para 60 pessoas. O cadastro dos inscritos passará por uma pré-seleção. A capacitação, que iniciará na primeira semana de março, será realizada de sexta-feira (2) até domingo (4), no Centro de Educação Ambiental Virgínia Ranali, no Bosque Maia. Para se inscrever basta acessar o site www.guarulhosemtransicao.com

O evento contará com a participação de May East, diretora global do programa Gaia Education – um consórcio internacional de designers de sustentabilidade presente em 23 países. East mora há 20 anos na Escócia. Outra presença confirmada é a do membro da Ecovillage Network of the Americas e treinador oficial da rede Transition Towns Brasil, Marcelo Todescan. Mais informações pelo e-mail:contato@guarulhosemtransicao.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Serviço:
O Centro de Educação Ambiental Virgínia Ranali fica na avenida Papa João XXIII, 219, no Jardim Maia.

 

Diário de Guarulhos
Luiz Roiz
Da Redação

O leilão de concessão do aeroporto de Guarulhos, em Cumbica, realizado segunda-feira, resolveu o impasse que perdurava dez anos na instalação, cortando o “nó górdio” que impedia a ampliação e modernização do mais movimentado aeroporto brasileiro. Essa é a visão otimista do coordenador técnico da Agende (Agência de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Guarulhos), Marcelo Chueiri, um dos maiores especialistas brasileiros em transporte aéreo. “Foi uma disputa limpa que comprovou a importância do aeroporto de Cumbica no cenário nacional e também os atrativos econômicos que justificaram o investimento de R$ 16 bilhões feito pelo consórcio vencedor”, avaliou o técnico em entrevista exclusiva ao DG. O Invepar-ACSA arrematou Cumbica com um lance inicial único e deverá começar a administrar o aeroporto no final de março em parceria com a Infraero, estatal encarregada de sua gestão desde a inauguração, em 1985, e agora com 49% do controle.

Diário de Guarulhos – Quais suas análises preliminares sobre o leilão do aeroporto de Cumbica?
Marcelo Chueiri – Contrariando opiniões iniciais, vejo o leilão como um processo legítimo, sem manipulação. Basta observar que três dos maiores lances pela concessão de Cumbica superaram os R$ 12 bilhões e outros sete ficaram acima de R$ 8 bilhões. O naipe de empresas integrantes dos consórcios também demonstra que ninguém estava lá para brincar. Além disso, caiu por terra a análise publicada em parte da mídia que apontava Viracopos como jóia da coroa. Basta comparar os lances. Diante do crescimento do transporte aéreo no Brasil, cerca de 20% ao ano, em decorrência da mudança no perfil das empresas aéreas e ascensão socioeconômica de camadas importantes da população, aponto o leilão como a espada que cortou o nó górdio de Cumbica e da infraestrutura aeroportuária no País.

DG – Parte do setor financeiro está reticente em relação ao retorno do investimento. Compartilha esse temor?
MC – As análises puramente financeiras devem ser vistas com reservas. O que esses analistas de mercado entendem de aviação? Faço um paralelo com o leilão do Banespa. O Santander chegou a pagar sete vezes o valor mínimo, mas acabou se dando bem e fincando uma base sólida no País. O setor aéreo no Brasil cresce quatro vezes mais que a economia. Guarulhos é e continuará sendo, pelo menos até o final da década, o mais movimentado aeroporto do Brasil. Aposto que a distância entre Viracopos e a Região Metropolitana de São Paulo continuará sendo um impeditivo a sua expansão. Mesmo se for construída uma linha férrea de alta velocidade facilitando o acesso ao aeroporto campineiro.

DG – O que deve ocorrer daqui em diante em Cumbica?
MC – Existe toda uma série de investimentos prevista dentro de uma programação. O mais urgente é o Terminal 5, com capacidade para 20 milhões de passageiros/ano. Acho que o plano da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), que prevê a construção de apenas 40% desse terminal até a Copa do Mundo, terá de ser revisto. As estimativas da Agende indicam que na época do evento esportivo Guarulhos terá uma demanda de 45 milhões de passageiros/ano. Esse número fica muito acima da capacidade atual, mesmo se considerarmos a entrada em funcionamento do Terminal 4, uma instalação adaptada que estreou na quarta-feira.

DG – Como a Agende enxerga as perspectivas da cidade de Guarulhos diante da concessão?
MC – São francamente positivas. Vejo que teremos um impacto imediato na geração de empregos e movimentação da cadeia produtiva. Claro que dependeremos de fatores logísticos e de mobilidade para que os resultados possam ser potencializados. Mas acho que o leilão em si fará com que os poderes públicos, governos federal, Estado e Prefeitura, agilizem seus investimentos nos acessos ao aeroporto guarulhense. Cito principalmente o Trecho Norte do Rodoanel, a avenida José Alencar (prolongamento da Jacu-Pêssego) e o Trem de Guarulhos. A cidade terá obrigatoriamente de reprogramar seu planejamento urbanístico, especialmente no entorno de Cumbica.

DG – O que a agência de desenvolvimento espera do consórcio vencedor?
MC – Geralmente as instalações de infraestrutura formam enclaves nas áreas onde são erguidas. Foi assim até agora com o aeroporto de Guarulhos. Esperamos que a visão da Invepar seja diferente, mais moderna. Tivemos a Infraero como parceira da Agende durante anos, mas a estatal acabou se distanciando. Nos oferecemos agora como interlocutores para concretizar um diálogo e maior aproximação entre município e aeroporto. Ambos terão muito a ganhar.

 

Os 16 novos membros do CMDU – que é composto por integrantes do governo municipal e da sociedade civil – foram empossados na quinta-feira, 9, no Paço Municipal, pelo secretário de Desenvolvimento Urbano e presidente da comissão, Álvaro Garruzi.
 
Garruzi enumerou os desafios que o CDMU deverá implementar na cidade, entre eles, uma legislação sobre o Impacto de Vizinhança, que já foi implantado na Capital Paulista. Ele ainda ressaltou a importância da comissão. “Um dos grandes desafios deste conselho é o zelo com as mudanças no zoneamento. É importante refletir que este conselho deve ser utilizado para analisar os assuntos pertinentes a nossa cidade”, disse.

Glauco Bellezzo,representando a APEG e toda Região enfatiza: “Nosso objetivo é o de colaborar e não de gerar polêmicas. Queremos mostrar que Guarulhos precisa de qualidade de vida”.

 

O prefeito Sebastião Almeida formalizou, na sede da Fiesp, em São Paulo, a doação do terreno de 27 mil m2, onde será construído o segundo Senai de Guarulhos, no Jardim Presidente Dutra.
O Senai (Serviço Nacional da Indústria) é braço educacional da Fiesp voltado à formação profissional na indústria.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, se comprometeu a entregar o prédio do novo Senai em dois anos.
“Não podemos deixar faltar mão de obra em Guarulhos. Trata-se da segunda cidade do Estado em população e dona de um importante parque industrial. Com essa escola, tenho certeza de que esse problema será equacionado”, disse Skaf ao DG.
Almeida lembrou que a atual escola do Senai, no Parque Renato Maia, foi construída em 1967, numa realidade muito diferente.
“Hoje, com o aquecimento da atividade econômica, Guarulhos poderá completar esse ciclo de desenvolvimento com uma escola dessa categoria. Quem passa pelo Senai tem mais oportunidades de trabalho. Isso é bom para o trabalhador, para a cidade e o Senai”, disse o prefeito.
Obras do segundo Senai de Guarulhos começam já em 2012.
O diretor-titular do Ciesp Guarulhos, Luis Carlos Teodoro, também destacou a parceria dos empresarios e das entidades  com a Prefeitura. “É essa apenas uma das lutas que travamos juntos, pois também queremos trazer um parque tecnológico para Guarulhos”, disse Teodoro.

AGENDE Guarulhos
Por Regiane Balthazar – Jornalista
Colaboração: Luciano Grosso – Assistente

A entidade se fortaleceu, mais uma vez, com os acordos assinados e com o retorno da OAB, da FIG e da UNG ao quadro de Associados

Da esquerda para direita: Dr. Fabio de Souza, Nilton N.Toledo, Daniele Pestelli, Prof. Dr. Ary Baddini e Prof. Dr. Alexandre Estolano

A AGENDE assinou no dia 21 de dezembro, na sede da entidade, Acordos de Cooperação Técnica com a FIG-UNIMESP e com a FTDE (Fundação para Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia). Os acordos têm como objetivo estimular a articulação entre a Universidade e o mercado por meio de atividades empreendedoras e inovadoras.

Nilton Nunes Toledo, diretor superintende da FTDE, falou da importância da parceria firmada com a AGENDE para desenvolver tecnologias inovadoras através da engenharia. “Foi uma busca de ajuda, e encontrar pessoas na Incubadora que podem pegar a teoria criada por nós, construir protótipos e levar à USP só poderia ser uma parceria bem sucedida”. Ele ainda disse que a FDTE já iniciou um trabalho com a empresa MS Ferramentaria, que está baseada na Incubadora Tecnológica AGENDE Guarulhos.

A FIG-UNIMESP, representada pelo Pró-Reitor, Prof. Ary Baddini Tavares, disse que o Acordo firmado proporcionará trabalhos importantes entre a Academia e as Empresas. “A AGENDE proporciona uma grande aproximação entre estes dois setores. A FIG pode trazer um pouco de estrutura física para este projeto, podemos trazer a Politécnica para Guarulhos. Realmente é um momento próprio para assinar o convênio com a AGENDE”, afirmou.

Durante o evento, Daniele Pestelli informou o retorno, ao quadro de associados da AGENDE, da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), da FIG-UNIMESP e da UNG (Universidade de Guarulhos). O presidente da OAB, Dr. Fabio de Souza manifestou sua felicidade por voltar à AGENDE e poder cooperar com uma Instituição de importância para a Cidade. Da mesma forma o Reitor da UNG, Prof. Dr. Alexandre Estolano disse que estava agradecido por retornar à entidade. “Uma Agência como essa precisa ser prestigiada”.

O presidente da entidade, Daniele Pestelli, disse que a AGENDE está congregando diversos interesses agregando Capital, Trabalho, Profissionais Liberais, Poder Público e Academia. “É uma satisfação imensa em terminar meu mandato juntando as entidades que fundaram a AGENDE”, finalizou.

Estiveram presentes ao evento importantes personalidades da cidade que compõem o Conselho de Administração da AGENDE e que participaram da reunião de prestação de contas do ano de 2011 e da definição das ações e diretrizes para o ano de 2012. Segundo Daniele Pestelli, no ano de 2012 também serão abertas novas linhas de trabalho ligadas às questões de arquitetura e urbanismo e de desenvolvimento cultural do município.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.