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 Essa será mais opção para formação superior em Guarulhos, onde a demanda para formação superior vem subindo assustadoramente. Estamos na torcida para que a qualidade dos cursos oferecidos tenham alto padrão de qualidade

Serão oferecidos cursos cursos nas áreas de Administração, Direito e Pedagogia
Da Redação Guarulhosweb

Roberto Morandeira estreia no ensino superior com o lançamento da Faculdade Progresso, campus Vila Galvão, a partir do colégio de mesmo nome, instalado na Timóteo Penteado, 4545. Ele anuncia cursos nas áreas de Administração, Direito e Pedagogia. O primeiro processo de seleção acontece a partir de outubro e as turmas iniciais começam em 2013.
 
Para se beneficiar da parceria nossos Associados devem encaminhar slicitação por email (vera@apegguarulhos.com.br) solicitando carta de encaminhamento. A arceria inclue os  cursos do colegio e da faculdade e é extensivo aos dependentes dos funcionarios das empresas  associadas.

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Luiz Roiz

Com a reformulação na modelagem do projeto por parte do governo federal, está mais próxima a possibilidade de que Guarulhos seja uma das beneficiárias da linha do Trem de Alta Velocidade que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.  Entusiasmados com a possibilidade de fornecer as composições e equipamentos, dois fabricantes chineses, a CNR e a CSR, participaram da feira e seminário Negócios nos Trilhos, encerrados ontem no Expo Center Norte, em São Paulo.    Ambas operam na linha Pequim-Xangai, inaugurada no ano passado, com trens que atingem 300 km/h percorrendo a distância de 1.318km, quase três vezes a extensão total prevista para o TAV. “Estamos aguardando o edital com mais detalhes, mas é certo que vamos disputar o leilão”, disse ao DG o diretor de Projetos da CSR, QU Haitao, referindo-se ao anúncio do edital prometido pela Empresa Brasileira de Logística para o próximo dia 26. A CNR já fornece carros para o metrô do Rio de Janeiro e seu principal executivo em visita ao Brasil, Yang Xiongjing, acha que “leva também” o trem-bala. A linha entre Pequim e Xangai demorou três anos para ser construída, um tempo recorde.  No Brasil, especialistas calculam que dificuldades envolvendo a legislação ambiental, desapropriações e outras poderão também fazer com que o trem-bala brasileiro só comece a operar em uma década, ou mais.  Na China, uma passagem entre a capital e a metrópole financeira custa cerca de US$ 200. O investimento chinês foi de R$ 33,9 bilhões de dólares, o dobro do projeto brasileiro, que, no entanto, prevê um trajeto bem menor. Foram US$ 26 milhões por quilômetro na China e serão US$ 32 milhões previstos no Brasil. O cálculo do governo brasileiro, entretanto, é contestado por grandes empreiteiras. O evento serviu de termômetro sobre o setor ferroviário brasileiro. E a temperatura está elevada. Mesmo sem os apelos do Salão do Automóvel ao consumidor final, a feira no Center Norte ocupou uma área de 15 mil metros quadrados com 180 expositores de 17 países. “Agora vai”, declarou o presidente da ABIFER (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária), referindo-se ao trem bala brasileiro que ganhou maiores chances de êxito com a mitigação de riscos dos investidores. Segundo estudos preliminares, o traçado terá 200 pontes e 103 túneis, num total de 500 km de extensão (Campinas-Rio). Em matéria de trilhos, além do TAV, Guarulhos será beneficiada com uma linha da CPTM até o aeroporto. Também existem estudos sobre metrô e um VLT, este de iniciativa da Prefeitura

 

 

Por Alessandra Saraiva |  Valor

RIO – A indústria no  país mostra “predomínio evidente de queda de contratações” causada pela  instabilidade na trajetória de recuperação da atividade no setor, nas palavras  do economista da coordenação de Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e  Estatística (IBGE), André Macedo.

Hoje, o IBGE informou que o  total de empregados da indústria  brasileira diminuiu 0,3% em setembro, ante agosto, na série com ajustes  sazonais, apontou a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes).

Ao comentar os dados da pesquisa, Macedo observou que os dados mostraram  queda disseminada do emprego industrial nos setores investigados. Além de menor  número de vagas em setores que sofrem há anos com a forte concorrência com  importados, como vestuário, têxtil e calçados, também ocorreram desempenhos  negativos naqueles mais voltados para a demanda interna, detalhou o técnico,  como a indústria de eletroeletrônicos.

A abrangência do cenário negativo no emprego industrial pode ser  exemplificada também no resultado de São Paulo, que mostrou taxas negativas em  emprego, horas pagas e até mesmo folha de pagamento (ainda operando em saldo  positivo em algumas comparações na média nacional, devido ao pagamento de bônus  e de gratificações). Isso porque o Estado, que possui o maior parque industrial  do país, representa em torno de 35% a 40% dos totais da produção e do emprego no  setor.

Para o economista, os sinais de uma possível melhora na produção industrial,  observados nos últimos três meses em sondagens como a da Fundação Getulio Vargas  (FGV), são ainda muito incipientes e erráticos para recuperação robusta nas  contratações. Ele mencionou a queda de 1% na atividade industrial em setembro  ante agosto apurada pelo IBGE – que interrompeu uma sequencia de três resultados  mensais positivos consecutivos, nesta comparação.

Na prática, o empresário industrial não tem visto uma consistência  sustentável na retomada da atividade. Como a decisão de contratação é de longo  prazo, eles pensam duas vezes antes de elevar ritmo de contratações – tendo em  vista as dúvidas e incertezas sobre a demanda futura voltada para o setor.

Um dos aspectos citados pelo técnico para exemplificar sua avaliação é o  comportamento da indústria de bens de capital.

“Não houve qualquer sinal claro de uma recuperação sustentável na atividade  da indústria de bens de capital”, observou, considerando que este setor é uma  espécie de termômetro para novos investimentos, visto que a compra de máquinas e  de equipamentos é um dos primeiros passos para incremento de produção. As novas  contratações obedecem à mesma lógica, observou. “O que podemos observar é que  não há um horizonte definido, claro [para a retomada industrial]”, resumiu.

(Alessandra Saraiva | Valor)

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Livro destaca programas executados pela AGENDE em parceria com a Secretaria do  Trabalho de Guarulhos

A AGENDE Guarulhos lançou no dia 06 de novembro, no Salão Nobre da Biblioteca Cerqueira César do campus da FIG-Unimesp, o livro “Trabalho & Território: Emprego e renda em Guarulhos”, de Maria Helena Gonçalves, Paulo Gil de Souza e Rodrigo Coelho. O evento contou com a presença de lideranças políticas e empresariais locais, além de membros do corpo diretivo da FIG-Unimesp.

O livro é uma produção da AGENDE e o texto uma composição conjunta da ex-Secretária do Trabalho Maria Helena Gonçalves e dos coautores Paulo Gil de Souza e Rodrigo Coelho, acadêmicos especializados em políticas públicas de Geração de Emprego e Renda.

Foto: Regiane Balthazar
Paulo Gil de Souza, Maria Helena Gonçalves e Rodrigo Coelho

O Pró-reitor Comunitário da FIG-Unimesp, Prof. Ms. Ary Baddini, iniciou o evento e falou da importância do lançamento de livros no advento da internet e seu papel na formação das pessoas.

O Prefeito Sebastião Almeida abordou as iniciativas de geração de emprego e movimentação da economia. Lembrou que a autora Maria Helena Gonçalves foi quem mais se preocupou com a qualificação profissional no município e que o livro contribui para a transformação de conhecimento em produto para futuras gerações. O prefeito ainda saudou a AGENDE e agradeceu pela parceria com a Prefeitura e apoio ao tema, destacando a contribuição que a entidade tem dado ao município.

Em seu discurso, o presidente da AGENDE, Aarão Ruben de Oliveira, disse que este foi o primeiro de uma sequência de livros a serem lançados pela entidade, com o intuito de compartilhar com os guarulhenses e com o Brasil o conhecimento e as experiências do município de Guarulhos na geração de renda e desenvolvimento.

Foto: Regiane Balthazar

O ex-Presidente da AGENDE, Daniele Pestelli, destacou a importância da qualificação profissional para o aumento dos salários e da renda da população, o que contribui diretamente para fortalecer o processo econômico.

A autora Maria Helena Gonçalves agradeceu a parceria da AGENDE com a Secretaria do Trabalho para o desenvolvimento da cidade. “O livro serve para que todos possam conhecer e fazer uso dos programas desenvolvidos pela Prefeitura e executados pela AGENDE. Assim espero que esta publicação sirva para que os gestores, de modo geral, possam ser influenciados por políticas de desenvolvimento econômico”, disse.

Foto: Regiane Balthazar
 

Paulo Gil, coautor do livro, lembrou que Guarulhos foi uma das primeiras cidades a municipalizar a formação para o trabalho, antes a cargo dos governos federal e estadual. O autor também falou sobre o êxito na integração das políticas do trabalho e a importância desse registro em livro, servindo de base para que outras cidades possam ter a experiência de Guarulhos como exemplo.

Foto: Regiane Balthazar

A obra relata a experiência das últimas três gestões do governo municipal na área de geração de emprego e renda na Cidade de Guarulhos no período de 2002 a 2012, em consonância com as políticas no nível nacional. A apresentação do livro é assinada pelo Prefeito Reeleito Sebastião Almeida e o prefácio pelo Professor Márcio Pochmann, economista, pós-doutorado em temas de relações de trabalho e políticas para juventude e que no ano de 2007 presidiu o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

 

O objetivo dessa produção é dar publicidade e registro a esta experiência conjunta, onde o Poder Público se associa a uma Organização não Governamental através de contratação, com vistas à produção de benefícios diretos à população. A AGENDE cumpriu neste período o papel de entidade executora dos programas POJ – Programa de Oportunidade aos Jovens e Bolsa Auxílio ao Desempregado, descritas em detalhes no texto da publicação.